Relevo de São Paulo: a elevação vira cor pela paleta cíclica cmocean.phase, e a declividade escurece a cor (escuro = mais íngreme). Tudo é renderizado no servidor como tiles XYZ.
Leva a um lugar (via OpenStreetMap/Nominatim).
No celular, gire com dois dedos. No computador, segure Ctrl/Cmd e arraste para os lados. A bússola (canto superior esquerdo) desfaz a rotação.
O botão ⧉ (abaixo do ☰) abre o painel de camadas — as mesmas do app Câmera Topográfica no Earth Engine: MapBiomas, luzes noturnas, índice de aridez, densidade populacional, eleições 2022, cobertura 3G, elevação, declives, Posição Topográfica Local, detector de desmorrodouros e rios livres (HydroSHEDS) — mais o MTPI (índice de posição topográfica multiescala, tiles prontos do amora: Pindorama 90m/COP90 e Bacia do Paraná 30m), o Traçado OSM (só as vias, ferrovias e rios do OpenStreetMap, com o resto transparente: bom por cima do relevo ou do satélite), os mapas base (OpenStreetMap, Satélite, Híbrido) no fundo e os seus Desenhos no topo. Cada linha tem ▲▼ (ordem de empilhamento), caixa (mostrar/ocultar) e opacidade. As camadas de elevação/declive/PTL seguem os parâmetros do painel ☰ (inclusive a faixa automática). São renderizadas pelo Earth Engine — a primeira carga de uma camada pesada pode demorar alguns segundos.
No canto superior esquerdo, abaixo do zoom. 📍 liga/desliga o rastreamento da sua posição ao vivo (o navegador pede permissão): centra no primeiro sinal e o ponto passa a acompanhar você; toque de novo pra parar. A liga/desliga a Faixa automática (a faixa de elevação/declive segue a tela). 👁 é o modo imersivo: esconde todos os controles (só o olho fica, mesclado ao mapa); toque de novo pra voltar. Botões ficam realçados quando ativos.
O lápis abre as ferramentas: ● pontos, ╱ linha, ⬠ polígono, cor/traço (10 cores maximamente distinguíveis, espessura, opacidade interna e suavização das linhas), 🗑 apaga tudo e 💾 salva como GeoJSON. Cada toque no mapa adiciona um vértice; a medida aparece no topo (linha: comprimento; polígono: perímetro e área). Toque de novo no botão do modo, dê dois toques ou Esc pra concluir (nada se perde). Tocar num desenho pronto mostra a medida e a opção de apagá-lo. A linha Desenhos do painel ⧉ controla visibilidade e opacidade de todos eles.
FABDEM (~30 m) tem cobertura global. SP · 5 m é o DEM de São Paulo, mais detalhado, mas só cobre a região metropolitana.
Ligada: elevação mín./máx. e declive máximo são recalculados pela porção visível a cada navegação (percentis p5–p80 da elevação, p98 da declividade) e mostrados esmaecidos. Desligue para travar e editar à mão.
Faixa de elevação mapeada do começo ao fim da paleta. Estreitar a faixa aumenta o contraste de cor.
Declividade (gradiente %, de 1 a 120) que satura em preto — realça a topografia.
De 1/16 a 16 (padrão 1.0).
>1 suaviza o escurecimento das encostas; <1 endurece.
Repete a paleta cíclica N vezes ao longo da faixa — vira “curvas de nível” coloridas.
Parâmetros da camada Posição Topográfica Local (painel ⧉), iguais aos do app GEE: quantos desvios-padrão saturam a paleta (±N) e o tamanho, em metros, do círculo de vizinhança usado na média/desvio. A opacidade do relevo agora é a linha Relevo do painel de camadas ⧉, como as demais camadas.
As URLs de telhas (/{z}/{x}/{y}.png?… do relevo Topocor;
/ee/ptl/… da PTL) servem pra embutir as camadas em
qualquer cliente de mapa. O link desta vista guarda todo o estado no
hash da URL, então uma configuração é compartilhável.
Quantos pixels o servidor lê por lado ao renderizar um tile afastado. Um tile de z11 cobre ~600 células do FABDEM: quanto mais pixels lidos, mais perto do nativo a declividade é calculada (mais textura fina, menos serrilhado) — e mais custa por tile. 512 é o padrão; 1024 é o máximo. No zoom aproximado não muda nada.
Mapa base © OpenStreetMap · Satélite © Esri, Maxar, Earthstar Geographics · Mapa por Leaflet.
Relevo: Câmera Topográfica — FABDEM / DEM-SP, paleta cmocean.phase × realce de declividade · Pedal Hidrográfico ↗